Doenças de inverno
Reforçar vitaminas para as crianças e arejar ambientes são formas de prevenção

As mães até já sabem: basta os termômetros marcarem temperaturas mais baixas que logo os filhos vêm com espirros e nariz escorrendo. Por que isso acontece? É no inverno que se dá a maior incidência de doenças respiratórias, como gripes, resfriados, amigdalite, sinusite e asma. Nessa estação, as crianças ficam mais em lugares fechados, por causa do frio, aumentando os riscos de contaminação1. Para completar, nas grandes cidades, a poluição agrava o quadro, gerando maiores incômodos respiratórios aos pequenos.
Mas o que fazer para passar pelo inverno com mais tranquilidade? Não é preciso isolar as crianças, elas devem continuar indo à escola e realizando suas atividades. Mas, de preferência, é bom evitar lugares muito fechados e arejar diariamente os ambientes em casa. Ao saírem, é recomendado que estejam bem agasalhados, mas sem exageros. O melhor caminho é a prevenção, por isso, durante o frio, as famílias devem dar uma atenção especial à alimentação, reforçando o prato dos pequenos com alimentos ricos em proteínas e vitaminas que vão ajudá-los a manter o sistema imunológico forte e preparado para combater possíveis infecções1.
"As doenças mais comuns no inverno são as infecções respiratórias. Isso acontece em razão das baixas temperaturas, baixa umidade do ar e tendência maior de aglomerações em ambientes fechados, o que facilita a disseminação dos agentes infecciosos. Nas crianças pequenas é nessa época que ocorre elevação dos casos de bronquiolite, resfriados, gripes, pneumonias e de doenças alérgicas do trato respiratório, como a asma e rinite", explica Dra. Andrea Hercowitz, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein.
E qual a diferença entre gripe e resfriado? Dra. Andrea esclarece: "a gripe é de origem viral, provoca febre alta, dor no corpo, secreção nasal e tosse. Dor de garganta e dor de cabeça podem ser referidas pelas crianças mais velhas. O resfriado, também de causa viral, comumente confundido com a gripe, também apresenta sintomas como espirros, secreção nasal e tosse, além da dor de cabeça e garganta nas crianças maiores, mas a febre é baixa".
Prato caprichado e casa arejada
O que as mães devem fazer é caprichar na hidratação e evitar o contato com outras crianças quando seu filho estiver doentinho. O reforço principal é no prato:
"Frutos ricos em vitamina C, como laranja, mexerica, acerola, goiaba, kiwi, carambola, dentre outros, devem ser consumidos regularmente. Sopas caem muito bem e são nutritivas. Sempre que possível, deixar que as crianças fiquem em ambientes abertos, evitando aglomerações. É importante oferecer muito líquido e manter a mucosa nasal sempre úmida, aplicando soro fisiológico nas narinas," , explica a dra. Mari Elisia de Andrade, pediatra.
"O leite materno tem um papel importante no desenvolvimento do sistema imunológico das crianças, devendo ser oferecido, se possível, de forma exclusiva até os 6 meses de idade", afirma a dra. Andrea. No caso dos bebês, uma boa dica é dar o banho mais cedo, na hora mais quente do dia, geralmente perto da hora do almoço, e levar tudo para o banheiro para poder vesti-lo imediatamente. Evite água muito quente, que resseca a pele. O uso de aquecedores de ambientes pode ser adotado em caso de necessidade, mas de forma moderada, pois ressecam ainda mais o ar na estação que já é seca.
O velho método de manter bacias de água no quarto, nas noites mais secas, é recomendado para aliviar desconfortos respiratórios. Na rua, aposte em toucas e gorrinhos para manter a cabeça do bebê aquecida e proteger as orelhinhas do vento. Na troca de fraldas, durante o inverno, substitua o lencinho umedecido, que é gelado, pelo algodão embebido em água morna. Na hora de dormir, pijamas quentinhos, aflanelados, garantem conforto com liberdade para os pequeninos. E, para evitar complicações na pele em virtude do ressecamento, use hidratantes próprios para bebês após o banho.
Mas o que fazer para passar pelo inverno com mais tranquilidade? Não é preciso isolar as crianças, elas devem continuar indo à escola e realizando suas atividades. Mas, de preferência, é bom evitar lugares muito fechados e arejar diariamente os ambientes em casa. Ao saírem, é recomendado que estejam bem agasalhados, mas sem exageros. O melhor caminho é a prevenção, por isso, durante o frio, as famílias devem dar uma atenção especial à alimentação, reforçando o prato dos pequenos com alimentos ricos em proteínas e vitaminas que vão ajudá-los a manter o sistema imunológico forte e preparado para combater possíveis infecções1.
"As doenças mais comuns no inverno são as infecções respiratórias. Isso acontece em razão das baixas temperaturas, baixa umidade do ar e tendência maior de aglomerações em ambientes fechados, o que facilita a disseminação dos agentes infecciosos. Nas crianças pequenas é nessa época que ocorre elevação dos casos de bronquiolite, resfriados, gripes, pneumonias e de doenças alérgicas do trato respiratório, como a asma e rinite", explica Dra. Andrea Hercowitz, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein.
E qual a diferença entre gripe e resfriado? Dra. Andrea esclarece: "a gripe é de origem viral, provoca febre alta, dor no corpo, secreção nasal e tosse. Dor de garganta e dor de cabeça podem ser referidas pelas crianças mais velhas. O resfriado, também de causa viral, comumente confundido com a gripe, também apresenta sintomas como espirros, secreção nasal e tosse, além da dor de cabeça e garganta nas crianças maiores, mas a febre é baixa".
Prato caprichado e casa arejada
O que as mães devem fazer é caprichar na hidratação e evitar o contato com outras crianças quando seu filho estiver doentinho. O reforço principal é no prato:
"Frutos ricos em vitamina C, como laranja, mexerica, acerola, goiaba, kiwi, carambola, dentre outros, devem ser consumidos regularmente. Sopas caem muito bem e são nutritivas. Sempre que possível, deixar que as crianças fiquem em ambientes abertos, evitando aglomerações. É importante oferecer muito líquido e manter a mucosa nasal sempre úmida, aplicando soro fisiológico nas narinas," , explica a dra. Mari Elisia de Andrade, pediatra.
"O leite materno tem um papel importante no desenvolvimento do sistema imunológico das crianças, devendo ser oferecido, se possível, de forma exclusiva até os 6 meses de idade", afirma a dra. Andrea. No caso dos bebês, uma boa dica é dar o banho mais cedo, na hora mais quente do dia, geralmente perto da hora do almoço, e levar tudo para o banheiro para poder vesti-lo imediatamente. Evite água muito quente, que resseca a pele. O uso de aquecedores de ambientes pode ser adotado em caso de necessidade, mas de forma moderada, pois ressecam ainda mais o ar na estação que já é seca.
O velho método de manter bacias de água no quarto, nas noites mais secas, é recomendado para aliviar desconfortos respiratórios. Na rua, aposte em toucas e gorrinhos para manter a cabeça do bebê aquecida e proteger as orelhinhas do vento. Na troca de fraldas, durante o inverno, substitua o lencinho umedecido, que é gelado, pelo algodão embebido em água morna. Na hora de dormir, pijamas quentinhos, aflanelados, garantem conforto com liberdade para os pequeninos. E, para evitar complicações na pele em virtude do ressecamento, use hidratantes próprios para bebês após o banho.
1 RIO GRANDE DO SUL. Secretaria da Saúde. Cuidados simples previnem doenças respiratórias. 2007. Disponível em:http://www.saude.rs.gov.br/wsa/portal/index.jsp?menu=noticias&cod=11626 . Acesso em: 20 mar. 2012.
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